O provedor host é responsável pelo suporte aos scripts hospedados por seus clientes?

Opa!

Esta postagem nasce como reflexão sobre um cenário muito comum dentro das empresas de nossos clientes (e acredito que seja comum também na grande maioria dos provedores de hospedagem web que ainda estão engatinhando), trata-se da condição de suportar ou não scripts hospedados pelos usuários.

Se fossemos analisar pelo ponto de vista técnico, cada usuário deveria ser o único responsável pela manutenção de seus scripts hospedados, e ele deveria ter a competência atenção de, antes de se tornar cliente de um provedor, verificar se as configurações do servidor web que o provedor apresenta são compatíveis com seus scripts, exemplo: Há provedores que não admitem o uso de variáveis globais, outros não permitem CGI FormMail, e por aí vai.

As vezes, alguns de nossos clientes (que utilizam nossos serviços para gerenciamento de seus servidores dedicados) nos colocam em situações adversas por justamente haver, no meio do caminho, um problema que é de competência do programador web e não do sysadmin ou tampouco do provedor de hospedagem de sites. Porém, as vezes isso é difícil de ser compreendido por ambos os lados e é justamente nesta questão que se concentra a razão de nossa postagem.

Em nosso ponto de vista, o provedor não deve – mesmo – prestar suporte de qualquer nível aos scripts dos utilizadores de serviços hosting, porém constitui-se uma oportunidade para o provedor, quando ele consegue fazer o “algo mais” por seu cliente. Quando falo do “algo mais”, me refiro a micro intervenções no código do script do cliente, intervenções esta do tipo: remover um espaço no final da linha; ajustar um “ponto e vírgula” que esta fora do lugar e por aí vai.

No entanto, afirmo: O provedor deve ter o maior cuidado ao se dispor a esta ação! Bastará um único equívoco do provedor para tornar o script do seu usuário ainda pior do que estava antes da intervenção, portanto, seja tardio nesta escolha.

Em nossa micro análise percebemos que, mesmo sem a obrigação de se prestar o suporte direto ou indireto aos scripts de seus usuários, é necessário e de suma importância que o provedor possua um programador web interno para, sempre que possível, dispensar análise sobre casos onde o usuário declare que o script deveria estar funcionando corretamente.

Logo, ter um programador web em seu provedor é uma ação estratégica além de uma garantia contra acusações ao seu provedor, no que tange a configuração e padronização de ambiente. Esta é nossa dica a todos os provedores (sejam micros ou pequeno) que desejam crescer sem depender da sorte ou de incertezas: Contratem um programador web (sem que por vias do outsourcing).



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